quinta-feira, 15 de junho de 2017

Um Amor Incompatível

Excerto

- Tenho medo que saias por essa porta e eu acorde. Tenho medo que isto não passe de um sonho. Tenho medo que o mundo te leve de mim. Liga a dizer que não estás bem. Vamos aproveitar só mais um dia...

- Não me tentes, João. Tenho mesmo de ir. E tu também... E amanhã podemos estar juntos, se quiseres, claro.

- Não vás... Fica com o João. João precisa da Sara. – disse em tom de brincadeira.

- Sara quer João. Sara precisa do João... – Beijaram-se e fizeram amor uma vez mais. João, levantou-se num pulo.

- Vamos. Se tens de ir, tens de ir já. Caso contrário não sais mais daqui. – Levou-a para casa. Pelo caminho, ambos sentiram o coração apertado e mal falaram dentro do carro. Sara foi dando as direcções quando fosse necessário e remeteu-se ao silêncio.

- Chegamos. – disse em tom de tristeza.

- Deixa-me acompanhar-te à porta.

- Não... Vai ser mais dificil, deixa-te estar. Daqui a nada estamos juntos, certo?

Assim que fechou a porta de casa, sentiu uma tristeza enorme. Sentiu um vazio e uma solidão repentina. Entrou no chuveiro e preparou-se para ir para a cama. Assustou-se com o toque da campainha.

- João? Então? Está tudo bem? Deixei alguma coisa no teu carro?

- Deixaste... Deixaste-me a mim.

Entrou no apartamento e foram para o quarto.

- Não vais trabalhar amanhã?

- Vou. Mas quero dormir contigo. Preciso de dormir contigo.

- Jura? E as tuas coisas?

- Tenho umas mudas lá na oficina. Não te preocupes.

Fizeram amor e enroscaram-se estafados. Sara, acordou com o alarme e amadliçoou a segunda-feira. Tomaram duche juntos e fizeram amor, uma vez mais. João, deixou-a no trabalho e despediram-se a custo.

- Não te esqueças de mim.

- Impossível... Espero conseguir lembrar-me de como se trabalha, isso sim.

- Sara... Não te esqueças de mim.

- Nunca.

- Jura.

- Quem mais jura mais mente. – respondeu com um sorriso. – E tu não te esqueças de mim.

- Impossível. Estás tatuada em mim.



- Tenho medo que saias por essa porta e eu acorde. Tenho medo que isto não passe de um sonho. Tenho medo que o mundo te leve de mim. Liga a dizer que não estás bem. Vamos aproveitar só mais um dia...

- Não me tentes, João. Tenho mesmo de ir. E tu também... E amanhã podemos estar juntos, se quiseres, claro.

- Não vás... Fica com o João. João precisa da Sara. – disse em tom de brincadeira.

- Sara quer João. Sara precisa do João... – Beijaram-se e fizeram amor uma vez mais. João, levantou-se num pulo.

- Vamos. Se tens de ir, tens de ir já. Caso contrário não sais mais daqui. – Levou-a para casa. Pelo caminho, ambos sentiram o coração apertado e mal falaram dentro do carro. Sara foi dando as direcções quando fosse necessário e remeteu-se ao silêncio.

- Chegamos. – disse em tom de tristeza.

- Deixa-me acompanhar-te à porta.

- Não... Vai ser mais dificil, deixa-te estar. Daqui a nada estamos juntos, certo?

Assim que fechou a porta de casa, sentiu uma tristeza enorme. Sentiu um vazio e uma solidão repentina. Entrou no chuveiro e preparou-se para ir para a cama. Assustou-se com o toque da campainha.

- João? Então? Está tudo bem? Deixei alguma coisa no teu carro?

- Deixaste... Deixaste-me a mim.

Entrou no apartamento e foram para o quarto.

- Não vais trabalhar amanhã?

- Vou. Mas quero dormir contigo. Preciso de dormir contigo.

- Jura? E as tuas coisas?

- Tenho umas mudas lá na oficina. Não te preocupes.

Fizeram amor e enroscaram-se estafados. Sara, acordou com o alarme e amadliçoou a segunda-feira. Tomaram duche juntos e fizeram amor, uma vez mais. João, deixou-a no trabalho e despediram-se a custo.

- Não te esqueças de mim.

- Impossível... Espero conseguir lembrar-me de como se trabalha, isso sim.

- Sara... Não te esqueças de mim.

- Nunca.

- Jura.

- Quem mais jura mais mente. – respondeu com um sorriso. – E tu não te esqueças de mim.

- Impossível. Estás tatuada em mim.
Adelaide Miranda

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