segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Permite-te Sentir!

Permite-te sentir... Enterra a situação que te faz sofrer mas primeiro permite-te sentir. Chora e grita se for preciso. Chora por ti... Chora pelo que foi e pelo o que poderia ter sido... Grita a altos ventos e liberta-te da dor... Da agonia... Cai de joelhos e grita como um lobo uiva para a lua... E ergue-te livre das emoções... Ergue-te e leva contigo as lições que aprendeste... Enterra a situação que te fez sofrer e despede-te até sempre. Sorri e segue em frente... Permite-te sentir... Sempre!


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Adelaide Miranda, 28/11/2016


Foto retirada da net

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Histórias Levadas da Breca - Baby on a Plane


How funny things are!
It’s so funny! How funny things are!
Here I am sitting in the airplane and this baby is crying out loud. He is basically screaming and I… 
I just can’t take it anymore. I wish he could just shut up!
I keep thinking to myself, can’t his parents do something about it and make him stop?!
I laugh!
Hypocrite! I too am a mother! I too went through this embarrassing agony and not so long ago. And 
so, so many times. I shushed him… I soothed him… I sang to him… I rocked him… and yet my 
baby wouldn’t stop crying. And I… I felt the pain. I felt the agony. I felt so bad for everyone else, 
as I was aware of how annoying someone’s child cry can be. And now… here I am judging it 
myself!
Hypocrite!
Poor woman! Just let her be. I am sure no one is feeling more uncomfortable than she is right now. 
And the baby… the baby is probably just scared, and uncomfortable. His ears are probably hurting 
and he cannot express himself by any other way than crying. He sure wishes his mum could 
understand him and stop all this shushing, soothing, singing, and rocking… If she could just help 
him with whatever affliction he has!
It is annoying… I know! But sometimes things are just the way they are.
Hypocrite!
It’s so funny! How funny things are. 

Adelaide Miranda


Illustration by Marissa Peguinho

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Apelo ao Mundo: Amem Muito!

Há muita falta de amor...
Muita falta de amor pelo próximo.
Muita falta de amor próprio.
Os problemas que existem, na sociedade em que vivemos, são devidos à falta de amor.
Quando sentimos amor pelo próximo não existe lugar a ódio porque o seu tom de pele é diferente, porque a sua cultura é diferente, porque a sua religião é diferente...
Quando sentimos amor pelo próximo não existe lugar a racismo, perconceito, descriminação...
Quando sentimos amor pelo próximo...
Há muita falta de amor...
Muita falta de amor pelo próximo.
Muita falta de amor próprio.
Quando sentimos amor próprio não existe lugar a ódio pelo próximo porque estamos bem connosco, porque não invejamos o próximo porque não concorremos com o próximo mas connosco...
Quando sentimos amor próprio não existe lugar a racismo, perconceito, descriminação...
Quando sentimos amor próprio...
Quando sentimos amor...
Quando sentimos amor valorizamos quem somos, valorizamos a raça humana, valorizamos a natureza que nos acolhe, valorizamos o mundo em que vivemos.
Quando sentimos amor as guerras não fazem sentido, as invejas não fazem sentido, as diferenças não fazem sentido...
Quando sentimos amor...
Quando sentirmos amor...
quando aprendermos a sentir amor o mundo poderá ter uma salvação.
Amem-se... Amem o próximo...
Amem muito, por favor. Precisamos de amor.
A vida não é uma competição é uma partilha.
Amem muito e salvem o mundo. Respeitem a Vida!

Adelaide Miranda, 16/11/2016

Foto retirada do site: www.barbdahlgren.com

Engano

Calo-me...

Calo-me muitas vezes.

Várias são as palavras que ficam por dizer.

Fecho os olhos...

Fecho os olhos muitas vezes.

Várias são as coisas que eu finjo não ver.

Engano-me...

Engano-me tantas vezes.

Não é por calar-me ou por fechar olhos

que vai deixar de doer.


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Adelaide Miranda, 16/11/2016


Image by: Exasil - DeviantArt

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Dor de mãe... Amor de mãe...

Sinto uma dor que me rasga o peito... Sinto uma dor que me rasga o peito... Sinto uma dor que me rasga o peito! A dor de te amar tanto, meu filho. A dor de te amar tanto e saber que não te posso proteger deste mundo que me amedronta dia após dia. A dor da impotência de prever o futuro e proteger-te do que quer que te possa fazer mal. A dor da inabilidade de colocar-te numa redoma e proteger-te de todo o mal. Sinto uma dor que me rasga o peito... Uma dor maior do que a dor que senti ao trazer-te a este mundo. Uma dor que só uma mãe consegue sentir e não tem a capacidade de descrever. Uma dor que carrego comigo todos os segundos da minha vida desde que nasceste. Uma dor que não me permite dormir descansada porque sei que podes precisar de mim a qualquer momento. Uma dor... Uma dor constante que só tem um remédio: os teus braços à volta do meu pescoço, os teus beijos na minha face, o teu sorriso... Uma dor que me faz pedir a Deus todos os dias por ti. Peço que te proteja. Peço que te guie. Peço que te ilumine. Peço que me dê sabedoria para criar-te com valores. Peço que te ampare... Sinto uma dor que me rasga o peito... Uma dor tão grande que só existe porque tu existes. Uma dor tão grande que só existe porque existe uma força maior que carrego comigo desde que soube que existias dentro de mim: o meu amor incondicional por ti.



11/11/2016